Definitivamente, as empresas aceitaram que estamos vivendo a Era da Tecnologia. Através dela, a enchente das redes sociais, tem levado as organizações a investirem seus esforços – leia-se profissionais especializados e muitos “dinheiros”, para manter uma boa imagem em canais como o Facebook e Instagram – os mais queridinhos em minha opinião.
As organizações correm incansavelmente em busca do conteúdo perfeito. Esse fator deve-se principalmente ao medo da “rejeição virtual”, já que na Internet somos “mais fortes” e optamos apenas por duas vertentes – AMAR ou DELETAR.

No Facebook, por exemplo, nós – os PRODUTORES DE CONTEÚDO, nos vemos rodeados de questões ao escolher o conteúdo diário de nossos clientes. Será que os FÃS irão nos achar engraçados ou sarcásticos? Seremos inteligentes ou intransigentes? Vamos conseguir um bom engajamento ou seremos só mais um conteúdo na timeline do nosso público-alvo?

E no Instagram, então? Nessa rede, o nosso poder de convencimento precisa ir muito além do exigido no Facebook. É preciso estampar “K’s” e mais “K’s” de seguidores e lembrar que a empresa em si, não pode dar “moral” para muitas pessoas. Aqui, o “mercado negro” da troca de LIKES acontece o tempo todo, e para o pessoal de Social Media fica quase impossível rastrear quem segue ou não uma empresa.
Enfim, a verdade é que ninguém gosta de se sentir abandonado, ignorado, excluído… E ver seus likes e seguidores cair de uma hora para a outra. Portanto, as empresas precisam estar sempre atentas ao que tem sido colocado em suas redes sociais, afinal, hoje, esses são seus principais canais de contato com um mundo de prospects.
Mas aqui vale uma ressalva: lembre-se que a sua empresa nunca irá agradar a gregos e troianos, principalmente no mundo virtual. Estejam sempre preparados para os famosos Haters. Saiba que a unanimidade na internet não existe e que administrar seus seguidores dá trabalho, e muito!
Até semana que vem. 😉

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